A designação da UNESCO realmente impõe proteções concretas - vem com obrigações legais de manter o sítio e restringir certos tipos de desenvolvimento, além de oportunidades de financiamento que a maioria dos países não conseguiria de outra forma.
Dito isso, definitivamente tem também uma parte de prestígio, já que o título em si atrai turismo e coloca pressão internacional na Grécia para cumprir.
A diferença prática depende se a Grécia já tinha proteções fortes em vigor; se o Monte Olimpo já era um parque nacional com fiscalização decente, o rótulo da UNESCO pode não mudar muito na prática, mas se as regulamentações eram frouxas, realmente poderia fazer diferença para limitar a extração de recursos ou construções descuidadas.