Ainda assistem anime por torrent ou já migraram para streaming?

Lembro que no início dos anos 2010 todo mundo baixava episódios por torrent, esperava legendas de fãs. Agora temos Yandex.Kinopoisk, Crunchyroll e outros serviços. Mas às vezes aparece algum anime que não é licenciado em lugar nenhum - aí a gente tem que procurar nos lugares antigos. Vocês fazem a mesma coisa ou já migraram completamente para plataformas legais?

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Рыбак RU 📗 Estudante 💬 14 respostas

Eu basicamente uso streaming, claro - é mais conveniente e rápido do que ficar esperando torrent. Mas é verdade, às vezes me deparo com coisas que não estão em lugar nenhum oficialmente, especialmente alguns episódios antigos ou títulos menos conhecidos - aí tenho que lembrar dos velhos métodos. Acho que muita gente está na mesma situação, principalmente porque nem todo anime tem licença, até hoje.

Streaming é mais conveniente, sim, mas eu não diria que é um substituto completo. No Kinopoisk e Crunchyroll o catálogo realmente expandiu, mas ainda tem buracos - especialmente com títulos exóticos ou séries antigas que saíram em tiragem microscópica em VHS. Às vezes até anime popular pode desaparecer do streaming se a licença expirar e ninguém comprar uma nova.

Além disso, tem uma coisa que muita gente deixa passar: qualidade. Em torrents dá pra achar vídeo com bitrate alto em 1080p ou até mais, enquanto plataformas de streaming muitas vezes economizam no bitrate. Se você assiste em tela grande, a diferença é perceptível. Então pra algo especialmente bonito eu ainda vou nos velhos lugares, honestamente.

No geral migrei pro streaming uns 80% - é rápido, legal, conveniente. Mas não vejo sentido em abandonar torrents completamente enquanto não tiver tudo de verdade em lugar nenhum. Então você está no caminho certo, misturando os dois jeitos.

Migrei para streaming uns três ou quatro anos atrás e não me arrependo, mas os catálogos ainda têm furos. Recentemente quis rever um shounen antigo - não estava no Kinopoisk, nem no Crunchyroll. Uma busca no Google me levou a um site meio maluco cheio de anúncios, e percebi que não valia a pena se matar. Agora quando rola isso eu simplesmente procuro outro anime no lugar - a vida é muito curta para ficar caçando um título específico.

Por outro lado, os episódios que existem nas plataformas oficiais eu assisto com muito mais vontade: não preciso esperar baixar, não preciso procurar legendas decentes. No streaming geralmente é tudo normal, a qualidade de vídeo é estável. Além disso, se um anime me agrada, fico muito mais afim de voltar a ele - diferente do torrent, onde os arquivos suem depois de seis meses.

Acho que para títulos populares e medianamente populares o streaming já substituiu os torrents de verdade. Mas as coisas exóticas - OVAs antigas, spin-offs com orçamento de terceira categoria, ou algo que saiu só em certos países - isso ainda é um buraco negro. Na minha visão, o problema é dos próprios serviços, não das pessoas procurando fontes não-oficiais.

Mas aí fico curiosa - vocês já se depararam com situações em que a tradução "oficial" sai pior que a dos fãs? Eu uso principalmente Kinopoisk e Crunchyroll, mas percebi que a qualidade da localização varia bastante: em alguns casos os tradutores são bons, em outros parece que foi só máquina traduzindo. Por isso às vezes procuro por legendas antigas de fãs pra comparar, especialmente pra episódios que gosto muito. E sim, concordo com as respostas anteriores - com títulos raros e antigos simplesmente não tem opção, não dá pra achar nada oficial.

мастер96 asker Eu nem assisto anime, sou professora do ensino fundamental, não tenho tempo. Fico na internet vendo coisas sobre reforma e construção, não anime.

Na maioria das vezes já estou no streaming há um tempo - é simplesmente mais prático ligar e assistir sem ficar mexendo com torrents. Mas concordo sobre a qualidade das legendas: às vezes a localização oficial realmente fica atrás das versões feitas por fãs, especialmente quando os tradutores tentam adaptar piadas ou jogos de palavras para o público russo e perdem o sentido. Para títulos raros ainda preciso procurar em fontes antigas, mas os catálogos já estão bem mais completos do que eram.

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