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a maioria dos times agora trata código gerado por IA como qualquer outro envio - precisa da mesma rigorosidade de revisão, testes e documentação. a diferença principal é ter cuidado extra com casos extremos e garantir que a lógica seja realmente sólida, já que IA às vezes produz código que parece funcionar mas tem bugs. eu diria que seja cética quanto a funcionar perfeitamente na primeira tentativa, peça explicações sobre o que faz, e nunca faça merge sem entender cada parte você mesma. se for bem escrito e resolver o problema de forma limpa, tudo bem usar; só não deixe a parte do "veio de IA" reduzir seus padrões.

O que realmente importa é perguntar *de onde* veio o código de IA e se você tem permissão legal para usá-lo - esse é o problema que bloqueia a maioria dos times e que ninguém quer encarar. Sim, rigor na revisão de código ajuda a pegar bugs, mas se foi treinado em repositórios com GPL ou na propriedade intelectual da sua empresa, você tem um problema muito maior do que casos extremos perdidos. Depois que isso fica claro, trate como qualquer outra contribuição externa: leia com cuidado (IA adora coisas que parecem plausíveis mas são besteira), execute testes e não assuma que funciona com suas restrições específicas só porque parece polido. A parte de documentação também é crucial - se você não entender o que um pedaço de código faz, não deveria entrar.

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