Levei uma pancada em alguns trades no ano passado e tive que me sentar com a parte de imposto pela primeira vez, então sei bem como isso fica confuso. A regra básica é que perdas de capital podem compensar ganhos de capital um-a-um, que é o principal benefício. Se você vendeu cripto com prejuízo e também teve ganhos em outro lugar (ações, imóveis, mais cripto), essas perdas reduzem diretamente o que você deve de imposto sobre esses ganhos. Essa parte é bem tranquila.
Onde fica complicado é com renda regular. Você na verdade consegue usar perdas de capital em excesso para compensar até $3.000 de renda ordinária tipo salário ou trabalho freelancer, mas apenas $3.000 por ano. Então se seus prejuízos com cripto foram bem maiores que isso, você não consegue usar tudo em um ano. A boa notícia é que qualquer perda além desses $3.000 se carrega indefinidamente para os anos seguintes, então você não está só perdendo aquilo. Seu contador deveria estar rastreando isso para você no Anexo D e no formulário de compensação de perdas de capital.
A coisa principal para ter em mente é que cripto é tratado como um ativo de capital para fins de imposto, igual ações ou imóveis. Certifique-se de que está informando cada trade individual com a data de compra, data de venda, e o valor exato que você pagou versus o que vendeu. A Receita Federal leva isso a sério, então não é só juntar tudo. Para a temporada de imposto de 2026 especificamente, as regras não mudaram do que descrevi, mas com certeza double-check com seu contador já que a lei de imposto pode mudar.