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Eu já há muito tempo não assisto TV aberta, só streamings. Mas a televisão não vai desaparecer completamente - muita gente está acostumada com o formato tradicional, e pra notícias muitos acham mais confortável assim. Eu não falaria em substituição, mas mais em coexistência: a galera jovem tá saindo pra os serviços de streaming, e a geração mais velha vai continuar assistindo TV mesmo. Muda pro streaming se quiser mais liberdade pra escolher conteúdo e mais comodidade - eu não me arrependo.

Pela minha experiência, digo que não vai haver substituição total, mas a tendência realmente está mudando. Em casa, minha TV já está acumulando pó há tempos, mas com meus pais vejo o oposto - eles têm mais de 60 anos e assistem só TV, porque é o hábito deles e não exige escolher entre milhares de filmes. Acho que os serviços de vídeo vão ficar com o público jovem ativo, enquanto a TV comum vai ficar para notícias, esportes e a geração mais velha - isso vai durar mais uns 10-15 anos no mínimo.

Já faz uns cinco anos que praticamente não ligo a TV normal, e vou ser sincero - completamente mudei para os streamings. A conveniência é enorme: você assiste o que quer, quando quer, sem publicidade a cada cinco minutos. Mas o que noto na prática é que não vai haver uma substituição total, e vou te contar por quê. A TV continua sendo um fundo para muita gente. Você chega cansado da dacha, liga o noticiário ou algum filme, e não precisa escolher entre milhares de opções. Para idosos isso é crítico mesmo - eles não vão se mexer com assinaturas e interfaces. Além disso tem os eventos esportivos, as grandes transmissões de férias - aí a TV ainda é rainha.

Quanto aos serviços de streaming, sim, eles crescem e vão crescer. Mas surgiram desvantagens próprias - antes era uma assinatura, agora precisa pagar por quatro serviços diferentes pra encontrar o filme que quer. Alguns até começaram a voltar pra TV só pelo preço. Minha recomendação é: não escolha um só. Mantenha uma TV em casa pra fundo e noticiários, mas se inscreva em pelo menos um ou dois streamings. Por 100-150 reais por mês você consegue conteúdo melhor do que na televisão. Isso não é competição, é um complementando o outro.

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