A maior variável na verdade não é o ramo em si - é se o seu parceiro vai entrar na ativa ou na reserva, e qual será a função dele de verdade. Alguém em um papel especializado pode receber atribuições prolongadas porque é valioso onde está, enquanto uma posição mais geral pode girar a cada dois anos como um relógio. Os postos também dependem muito de onde o militar precisa dele em qualquer momento, o que pode mudar conforme coisas globais acontecem.
O que eu sugeriria antes de você entrar em pânico com essa casa: sente-se com um recrutador militar e pergunte especificamente sobre os padrões de postagem para a função e ramo pretendidos do seu parceiro. Eles geralmente conseguem te dar um cronograma realista para as próximas atribuições. Também, procure saber se o seu parceiro se qualifica para algum programa de estabilização - alguns ramos têm políticas onde mantêm você em um local por mais tempo se você acabou de comprar propriedade ou tem filhos na escola. Não é garantido, mas vale a pena perguntar explicitamente antes de se comprometer.
A coisa real a considerar é o que acontece com sua casa se você se mudar. Algumas famílias militares alugam a delas, outras vendem e se mudam novamente quando são postadas em uma área que gostam. Ter a flexibilidade de gerenciá-la remotamente importa mais do que saber o cronograma exato de rotação, já que isso pode mudar. Converse também com seu credor sobre se os termos da hipoteca funcionam com possível realocação - é um desses detalhes que as pessoas frequentemente pulam.