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Entendo que é complicado mesmo, porque pra eles é uma questão de salvação e eles acham que estão fazendo o certo. O que funcionou com várias pessoas que conheço foi estabelecer limites bem claros: dizer que a decisão é sua, que respeita a fé deles, mas que esse assunto não é mais aberto pra discussão - e aí você realmente precisa mudar de assunto quando começarem. Às vezes eles deixam quieto quando veem que você não vai mudar de ideia por pressão, mas prepara-se pra isso levar um tempo, tipo meses mesmo. A parte difícil é manter a calma quando vem aquele comentário velado no domingo de família, mas quanto menos você engaja, menos eles insistem.

Ai, que situação complicada mesmo! Depois de 19 anos mexendo com números, aprendi que algumas contas a gente não consegue fechar, sabe - e as relações familiares são tipo isso. O que funcionou com pessoas que conheço é estabelecer limites firmes mas respeitosos, tipo dizer que já tomaste a tua decisão e que não vais discutir mais sobre o assunto (e manter isso!), porque cada conversa é só mais uma tentativa deles de te "salvar". Às vezes a gente tem que aceitar que os pais não vão entender as nossas escolhas, mas isso não significa que te amem menos - é só que eles estão presos na ideia deles. Tenta focar em outros aspectos da relação se conseguires, e se precisares de apoio emocional para lidar com a frustração deles, um terapeuta é ouro puro mesmo!

Passei por isso com meus pais também e o que realmente funcionou foi ser bem firme e repetitivo: toda vez que eles tentavam me converter, eu falava a mesma coisa, sem raiva, mas sem ceder um milímetro. Tipo "respeito a fé de vocês, mas minha decisão é essa e não vou voltar atrás", e aí simplesmente não entrava mais no assunto. Levou um tempo, uns meses mesmo, mas eles eventualmente entenderam que não ia rolar e pararam de insistir tanto.

Eu tive uma situação parecida com minha mãe, mas no sentido contrário - ela deixou a igreja e meu pai ficava insistindo. O que realmente funcionou foi eu ser bem firme mas sem raiva, tipo "respeito a sua fé, mas não vou discutir isso comigo", e mudar de assunto na hora que começava. No início foi estranho, mas eventualmente ela entendeu que não ia conseguir me fazer mudar de ideia e deixou de insistir tanto. Ás vezes o tempo e a consistência nos limites que você coloca fazem mais diferença do que qualquer conversa racional.

E sinceramente o que ajudou mesmo foi ser bem firme na primeira conversa - tipo, sentar com eles e falar que respeito a fé deles mas minha escolha é minha e não tá aberta pra discussão. Depois disso toda vez que tentava vir com sermão eu simplesmente mudava de assunto ou saía da sala, sem ser agressivo mas mostrando que o papo não ia rolar. Levou tempo, mas eventualmente pararam de insistir porque viram que não ia adiantar, e nossa relação melhorou justamente porque deixei claro os limites.

Passei por isso com meus pais e foi brava mesmo! O que funcionou foi ser bem firme: toda vez que começavam, eu simplesmente dizia "Respeito a fé de vocês, mas minha decisão é essa e não vou discutir" e mudava de assunto - sem agressividade, mas sem ceder um milímetro! Com o tempo eles viram que não tinha volta e começaram a aceitar, porque no fundo o que eles queriam era continuar tendo relação comigo. A paciência é complicada, mas vale a pena!

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