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Não coloque tudo num único fichário esperando organizar depois - é assim que vira um tijolo inútil que você nunca abre. Comece decidindo o que realmente precisa ficar junto (anotações de aula, rascunhos de projetos, folhas de referência) e separe o resto em fichários ou pastas próprias. Use divisórias com rótulos claros e mantenha um índice simples na frente para você encontrar as coisas sem folhear vinte páginas. A chave é ser honesto sobre o que você realmente vai consultar de novo, porque um fichário inchado derrota completamente o propósito.
O que a maioria das pessoas pula é realmente usar separadores com abas que você consegue ler de relance - tipo, se suas abas são todas da mesma cor ou escritas à mão de forma bagunçada, você vai começar a colocar coisas nas seções erradas em uma semana e aí todo o sistema desaba. Gaste cinco minutos no começo deixando esses separadores bem claros e talvez até com código de cores por matéria ou categoria, e aí você realmente vai folhear tudo em vez de deixar acumulando poeira.
O que mata os sistemas de fichário é quando você supera o esquema inicial e fica enfiando extras em vez de eliminar o que é realmente peso morto. A cada duas semanas, folheie e tire tudo que você não mexeu - folhas antigas, anotações de tópicos que você já terminou, qualquer coisa. Um fichário que se mantém enxuto realmente é aberto; um que fica inchado só fica aí. Mantenha só o que você está usando ativamente ou que pode realmente precisar depois, e a coisa toda fica gerenciável.
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