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★ Melhor resposta

Eu teria muito cuidado aqui porque se as coisas derem ruim, você está lidando com uma situação bem mais bagunçada do que um casamento - na maioria dos lugares não existe um marco legal padrão para dividir bens.

Antes de assinar qualquer coisa, contrate um advogado para elaborar um acordo de convivência que deixe claro quem é dono de qual percentual, o que acontece se uma pessoa quer sair fora e como vocês lidariam com um término. Não é nada romântico pensar nisso, mas protege vocês dois muito mais do que só assumir que vocês resolvem depois.

Um monte de gente faz isso com sucesso, mas só quando realmente documentou os detalhes antes.

Fazer um acordo de coabitação antes de comprar é o que realmente protege vocês dois - ele deixa claro quem é dono de qual percentual, o que acontece se uma pessoa quer sair, como os lucros da venda são divididos, tudo isso. A bagunça legal que as pessoas se preocupam geralmente desaparece quando você tem esse documento em ordem. Além disso, a propriedade conjunta em si funciona bem; é só a estratégia de saída que importa quando vocês não são casados.

A rota do acordo de coabitação funciona, mas você também precisa definir *como* vocês vão estar no título - como proprietários conjuntos, como tenentes em comum, ou o que sua jurisdição permite - porque isso determina legalmente o que acontece com sua parte se um de vocês morrer ou sair. As pessoas pulam esse detalhe e acabam em pesadelos de inventário ou vendas forçadas.

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