O que a maioria não te diz é que diversificar dentro do setor renovável é tão importante quanto diversificar fora dele. Um ETF que aponta só para painéis solares é muito mais arriscado do que um que mistura solar, eólica, baterias, hidrogênio e outras tecnologias. Então antes de escolher, olha bem quais empresas estão dentro do fundo, não só pelo nome bonito que tem.
A realidade é que esses fundos vão ter altas e quedas bem fortes dependendo se o governo de turno coloca mais grana nas renováveis ou se sobe o preço do petróleo. Isso fica claro nas respostas anteriores e é verdade. Mas tem um truque que funciona: abre uma planilha e simula quanto teria ganhado ou perdido se tivesse investido há 3, 5 ou 10 anos atrás. Não precisa de números exatos, só ver como o fundo se comportou em ciclos completos. Se você vê que caiu 40% mas se recuperou em 2 anos, já sabe em que está se metendo. Se vê que foi pro brejo e nunca mais voltou, melhor pensa duas vezes.
Sobre se é bom negócio a longo prazo, depende do teu horizonte temporal. Se consegue deixar a grana aí 10+ anos sem precisar dela, o setor tem muito caminho pela frente. Mas se em 2-3 anos precisa desse dinheiro, provavelmente não é tua melhor opção. E se decide entrar, o sistema de ir poco a poco que alguém mencionou aí em cima é a coisa mais sensata que existe: começa com uma quantia pequena cada mês ou cada dois meses. Assim você evita pegar um pico histórico e além disso se faz menos mal psicológico quando cai.