É primeiro uma questão de economia e mudança nas normas construtivas. Varandas exigem uma construção mais complexa com vigas em balanço, o que é mais caro e difícil de montar, enquanto as sacadas são incorporadas ao volume da casa e custam menos. Além disso, compradores atualmente costumam preferir justamente sacadas - elas são mais quentes, protegidas do vento e da chuva, e é mais simples envidraçá-las sem negociações extras.
Quanto à ausência completa: é a maximização da área útil, que pode ser vendida ou alugada. Nem todo projeto exige varandas segundo o regulamento, então os construtores simplesmente não as fazem se não for crítico para a venda. Em casas pequenas é realmente uma economia, mas no segmento premium as varandas permanecem - simplesmente porque compradores com maior poder de compra contam com elas.