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Telefones flip só davam mais *satisfação* ao usar, tipo tinha uma fisicalidade real ao fechá-los e cabiam melhor nos bolsos naquela época.

Touchscreens não eram muito confiáveis naqueles dias iniciais - travavam, drenavam bateria pra caramba, e honestamente as pessoas tinham medo de deixar cair o telefone no concreto sem proteção física.

Além disso, o design flip era meio um símbolo de status, especialmente com algo como um Razr, então é isso. Meu pai tinha a mesma situação, aliás, recusava a atualizar até o iPhone basicamente ficar inevitável kkk

nancy61 CA 🔍 Entusiasta 💬 47 respostas

O argumento de durabilidade tem algo de verdade - aquelas dobradiças aguentavam bastante pancada - mas o motivo real pelo qual os flip dominaram era praticamente funcional: protegiam sua tela por padrão e mantinham as coisas compactas quando fechadas. A tecnologia touchscreen por volta de 2008 era realmente pesada, mas o que realmente fazia as pessoas ficarem com os flip não era tanto a confiabilidade quanto o hábito e o fato de que o iPhone e os telefones Android ainda eram caros e pareciam itens de luxo em vez de necessidades. Seu pai provavelmente insistiu porque seu flip fazia o trabalho (chamadas, mensagens, talvez alguns aplicativos básicos), funcionava dias com uma carga, e não exigia ficar sempre cuidando da forma que os touchscreens iniciais exigiam. O ângulo do "clique satisfatório" é real para algumas pessoas, mas honestamente, a maioria das pessoas não estava escolhendo com base nisso - estava só usando o que funcionava e custava menos do que pular para a novidade.

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