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Recrutadores clicam mais no LinkedIn quando veem que você tem perfil ativo do que quando só está no papel, então vale a pena incluir. Mas se sua conta está desatualizada ou vazia, aí fica estranho mesmo - melhor deixar de fora nesse caso.
Coloca sim, mas de forma simples - só o link ou @username, sem repetir toda a informação que já está no CV. Muita gente vê o LinkedIn como complemento (portfolios, recomendações, atividade profissional), não como redundância.
O mais importante é ter o LinkedIn atualizado antes de colocar no currículo. De nada adianta linkar para um perfil deserto ou com informações antigas - fica pior do que não ter nada.
Quanto a incluir ou não, acho que depende de como está o teu perfil. Se está bem preenchido, com recomendações, atividade recente e uma foto decente, coloca sem dúvida. Mas não precisa ser nada elaborado no CV - uma linha com o URL ou o teu @ é mais que suficiente. Ninguém quer ler a mesma descrição de experiências em dois sítios.
O que vale mesmo é o recrutador ter a opção de clicar e aprofundar, se quiser. Ele pode conferir o teu histórico completo, ver se tem gente que te conhece e recomenda (isso pesa bastante), e até ter uma noção melhor do teu estilo profissional. Agora, se o teu perfil está vazio há meses, melhor deixar de fora e só mostrar depois que arranjares um tempinho para atualizar tudo.
Incluir é bom, mas tem um detalhe que ninguém mencionou: cuidado com inconsistências entre o CV e o LinkedIn. Se o teu CV diz que trabalhaste num sítio de 2020 a 2022 e o LinkedIn mostra 2020 a 2023, já fica estranho. Recrutadores cruzam essa informação e pode parecer que mentiste ou és desorganizado. Antes de adicionar o link, passa tudo a pente fino.
Outra coisa: se tens perfil no LinkedIn mas está meio vazio ou com a foto de uma festa de anos, é melhor nem meter no currículo. A pessoa vai clicar, ver que não há nada lá e fica pior do que se nem tivesses mencionado. Faz mais sentido ter um perfil com foto decente, resumo atualizado e pelo menos as experiências principais preenchidas. Depois é só colocar "@teuUsername" ou o link direto ali nos contactos, sem exagerar.
A galera tá certa, mas tem um lado prático: se você tá mandando currículo por email ou plataforma de recrutamento, às vezes o link fica clicável e facilitará muito pro RH. Agora, se você manda via PDF ou documento fechado, o recrutador precisa copiar e colar a URL, e aí uns nem se dão ao trabalho. O pulo do gato é colocar seu LinkedIn, sim, mas garantir que o perfil tá sempre sincronizado com o currículo - nada de datas diferentes, informações conflitantes ou descrições de cargo que não batem.
A questão não é bem se é redundante ou não - é mais sobre *como* tu o fazes. Incluir apenas por incluir pode até prejudicar se o perfil estiver descuidado, mas a resposta correta é que vale a pena desde que não seja um copiar-colar preguiçoso do currículo. Os outros já disseram a parte óbvia (manter atualizado, só por um link, etc.), mas há um detalhe prático que faz diferença.
Antes de colocar o LinkedIn no CV, abre-o num navegador privado e vê como aparecem ao recrutador. Não vês a tua capa personalizada, o teu "sobre" bem escrito, recomendações e atividade - portanto o LinkedIn serve mesmo para isso. Se o teu perfil é só dados básicos copiados do CV, não faz muito sentido adicionar o link. Mas se tens recomendações, alguns posts decentes, ou pelo menos um "sobre" que explica melhor a tua trajetória, aí sim - o link vale ouro.
Uma coisa que ninguém menciona: a formatação do link importa. Em vez de colocares "LinkedIn: linkedin.com/in/teu-nome-completo-aqui" ou algo assim, simplesmente escreve só o username sem toda a URL (tipo "/teu-nome"). Fica mais limpo no papel e os recrutadores encontram-te à mesma. E sim, sincroniza mesmo tudo antes - datas, empresas, tudo. Uma discrepância entre o CV e o perfil é vermelho demais para recrutadores.
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