O primeiro é que você precisa conhecer quais opções existem no seu país especificamente, porque variam bastante dependendo de onde você mora. Na maioria dos lugares, os freelancers podem abrir contas de poupança voluntária ou fundos de pensão privados sem necessidade de um empregador. Alguns países também têm programas para trabalhadores independentes onde você mesmo contribui regularmente (como se fosse patrão e empregado ao mesmo tempo). Verifique na superintendência de pensões ou no órgão financeiro do seu país quais são esses fundos e como funcionam, porque as comissões e rentabilidade variam bastante.
O mais importante é que você estabeleça um percentual fixo dos seus ganhos para guardar, mesmo que seja algo pequeno no começo. Se você ganha variável, pode fazer uma média do que ganhou nos últimos meses e poupar um percentual disso a cada mês, ou guardar um piso mínimo sempre e quando haja meses bons, meter mais. Muitos freelancers também abrem fundos de investimento ou contas de poupança tradicionais em paralelo, justamente porque os ganhos são imprevisíveis.
Além disso, certifique-se de estar contribuindo à seguridade social como independente se for obrigatório no seu país, porque isso também conta para aposentadoria. E se você tem um contador ou gestor que o ajude com impostos, pergunte direto a essa pessoa o que ela recomendaria, porque sabe exatamente como as coisas funcionam onde você está e quais são os benefícios fiscais que você pode aproveitar 💚