A questão das horas é útil como uma estimativa aproximada, mas depende genuinamente do que você está realmente fazendo e de quão eficientemente está aprendendo. Duolingo sozinho não vai te levar lá em 600 horas - o app é ótimo para vocabulário e reconhecimento, mas B1 significa que você precisa *produzir* linguagem, entender falantes nativos em velocidade de conversa, e lidar com complexidade gramatical de verdade. Se você vem fazendo Duolingo mais um livro didático há alguns anos de forma irregular, provavelmente já acumulou horas decentes, mas a pergunta real é quanto desse tempo envolveu realmente tentar falar, ouvir conteúdo não roteirizado, ou interagir com o idioma fora do app.
A pegadinha que ninguém menciona: as pessoas confundem "tempo gasto" com "tempo aprendendo". Você pode gastar 1000 horas e continuar fraco se tudo for input de baixa intensidade. Por outro lado, alguém fazendo 3-4 horas por semana de prática de conversa mais trabalho gramatical estruturado vai progredir muito mais rápido do que alguém fazendo 10 horas por semana consumindo Duolingo passivamente. Se você quer saber onde realmente está, o teste real é tentar ter uma conversa simples ou ouvir um podcast em francês e ver quanto você consegue captar.
Neste ponto, eu diria para parar de se preocupar com o número mágico e em vez disso preencher as lacunas que você vai notar. Se ouvir é sofrimento, adicione mais listening. Se falar parece impossível, essa é sua prioridade. O intervalo de 600-750 horas é legítimo como ponto de referência, mas só se essas horas foram gastas em algo que se assemelha a aprendizado de verdade - e Duolingo misturado com um livro didático de forma irregular é provavelmente menos eficiente do que isso assume.