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É, eu diria que vale a pena fazer. O principal é que ter dinheiro reservado especificamente para emergências evita que você tire da sua conta de gastos regulares quando algo inesperado acontece, o que costuma descarrilar orçamentos bem rápido.

A maioria das pessoas aponta para três a seis meses de despesas, embora até alguns milhares de dólares façam uma diferença real quando seu carro quebra ou você precisa de um procedimento médico. Eu trato o meu como uma posição de xadrez em que você está protegendo seu rei - você planeja com antecedência para não ser forçado a fazer movimentos ruins quando a crise chega.

Com certeza, eu diria que é um dos melhores movimentos financeiros que você pode fazer. Ter aquele fundo de emergência separado te impede de mexer nele para despesas normais, e já me salvou mais vezes do que consigo contar - consertos inesperados no carro, contas médicas, esse tipo de coisa.

A verdadeira diferença se resume à psicologia - aquele negócio de "longe dos olhos, longe da mente" realmente funciona para a maioria das pessoas, então guarde em um banco diferente se conseguir.

Mas tem uma coisa que ninguém tá levando em conta: se seu fundo de emergência tá rendendo praticamente nada numa conta de poupança comum, você tá perdendo poder de compra devagar por causa da inflação, então procura uma conta de poupança com juros altos onde ele pelo menos cresce um pouco e continua acessível.

Não é só jogar dinheiro em uma conta poupança e esquecer dela - isso não adianta se você nunca consegue acumular nada! O que realmente importa é tratar esse fundo de emergência como uma conta que você precisa pagar, transferindo algo para ele a cada salário, mesmo que seja só vinte reais. Uma vez que você tem três a seis meses de despesas guardados separado da sua conta corrente, você dorme muito melhor sabendo que não vai precisar entrar em pânico ou se endividar no momento em que algo quebra.

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