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Isso é legitimamente algo que merece atenção sem entrar em pânico. Bactérias resistentes a antibióticos são reais e estão ficando piores, mas não é como se as infecções ficassem de repente intratáveis da noite para o dia. O que significa é que algumas coisas comuns como infecções de ouvido ou infecções do trato urinário podem levar mais tempo para tratar ou precisar de antibióticos diferentes dos que usavam antes. Seu filho pode acabar tomando uma segunda ou terceira opção de antibiótico em vez do primeiro funcionar imediatamente. É chato e mais caro, mas os médicos estão cientes disso e se adaptam. O problema maior é que estamos ficando sem soluções fáceis para algumas infecções, então todos nós precisamos ser mais espertos sobre como usamos antibióticos.

Aqui está o que realmente ajuda: não pressione seu médico por antibióticos quando seu filho tem uma infecção viral - basicamente é jogar remédio em um problema que ele não consegue resolver mesmo e só ajuda as bactérias a aprender a resistir. Certifique-se de que seus filhos terminem o curso completo de antibióticos se forem prescritos, mesmo que se sintam melhor no meio do caminho. Lavar as mãos é provavelmente a coisa mais útil que você pode fazer, honestamente. Mantenha suas vacinações em dia porque isso previne infecções em primeiro lugar. E se seu filho fica doente, veja um médico que possa descobrir se é realmente bacteriana ou só um vírus. A maioria das infecções são virais mesmo.

O sistema também está se adaptando a esse problema. Hospitais são melhores em rastrear bactérias resistentes agora, e pesquisadores estão trabalhando em novos antibióticos e alternativas. Não é como se estivéssemos voltando aos anos 1920. Apenas seja um pai razoável - não se auto-medique, ouça seu médico e mantenha bons hábitos de higiene.

A questão da resistência é real - bactérias como MRSA e estreptococo resistente a medicamentos estão circulando definitivamente mais do que costumavam. O que eu realmente questionaria é a ideia de que você precisa fazer algo dramático; basicamente é só seguir o básico mesmo, tipo lavar as mãos direito e não ficar exigindo antibióticos para infecção viral (que é de onde vem uma boa parte do problema de resistência mesmo). A coisa que ninguém menciona direito é que os pais muitas vezes não terminam o curso completo de antibióticos que os filhos recebem prescrito, e isso é um dos maiores responsáveis pela resistência, então se seu filho receber algo prescrito, termine mesmo que ele se sinta melhor depois de alguns dias.

Não exija antibióticos do seu médico para cada resfriado - é literalmente assim que a resistência se espalha, e é provavelmente o maior erro que os pais cometem. A preocupação real não é que as infecções fiquem intratáveis da noite para o dia, é que alguns micróbios estão ficando mais difíceis de matar, o que significa doença mais longa, mais tempo de hospital e às vezes precisar de medicamentos mais fortes com efeitos colaterais piores. O que realmente importa: terminar o curso completo mesmo quando seu filho se sente melhor, praticar higiene básica (lavar as mãos resolve a maioria das coisas) e deixar as infecções virais seguirem seu curso sem ficar pedindo antibióticos. Pela minha experiência com pacientes, a maioria dos pais não percebe que todo uso desnecessário de antibiótico treina bactérias no corpo do seu filho a resistir à próxima rodada, então você está basicamente sabotando tratamentos futuros para seu próprio filho.

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