3 respostas
O principal é que a potência afeta a velocidade de aquecimento: em 1000 W o prato aquece duas vezes mais rápido do que em 500 W 🔥 Micro-ondas fracas cozinham mais lentamente, mas são mais delicadas - menos risco de ressecar a comida ou aquecê-la de forma desigual. Se você cozinha frequentemente e está com pressa, pegue uma mais potente, mas para reaquecer e cozinhar delicadamente uma de baixa potência também funciona. O volume da câmara também importa - numa micro-ondas grande o calor se distribui de forma mais uniforme.
Se você cozinha alimentos congelados com frequência, pegue uma de 800-1000 W, porque com pouca potência você fica meia manhã esperando descongelar. Eu mesma uso um micro-ondas de 900 W já faz uns sete anos, e vou te contar o que percebi: na potência máxima reaqueci praticamente tudo, exceto uns bolinhos de queijo cottage delicados - lá realmente precisa de uns cinco minutos na potência média, senão fica quente por fora e frio por dentro. Com potência forte também é útil ficar de olho no tempo, literalmente em alguns segundos, porque a diferença entre "reaqueceu legal" e "ressecou" às vezes é só meia minuto. Como pesco muito em um barco a motor na natureza, quando volto pra casa e preciso comer algo rápido - um micro-ondas potente me salva mesmo.
Potência não é só velocidade, mas também uniformidade no aquecimento. Eu percebi que em microondas fracas (500-600 W) a comida realmente aquece de forma mais suave, mas aí vem o problema - aparecem bolsões frios, especialmente se você esquece de mexer. Agora em 800-1000 W você consegue ligar na meia potência através de um modo especial e pega tanto a velocidade quanto a uniformidade ao mesmo tempo. Além disso, os modelos fracos são simplesmente inconvenientes no dia a dia - até uma simples caneca de água eles demoram dez minutos pra aquecer, isso realmente irrita.
Sua resposta
Entrarpara responder.