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Não é que tenham se separado de verdade, a história é um pouco mais complicada. Os Eiffel 65 tiveram uma ascensão maluca nos anos 90 e início dos 2000 com "Blue" que virou um sucesso mundial, mas aí a cena musical mudou radicalmente. O gênero eurodance/europop não era mais aquilo que movimentava os números como antes, e o grupo desacelerou bastante os lançamentos de música nova. Mas nunca se separaram oficialmente, simplesmente cada um foi pra seu lado.

Nos últimos anos fizeram esporadicamente uns shows e reuniões aqui e acolá, principalmente em festivais de verão ou pela nostalgia dos anos 90. O ponto é que a banda se fragmentou um pouco: Massimo Gabutti continua fazendo projetos ligados ao nome Eiffel 65, enquanto os outros membros fizeram outras coisas. Não é a mesma energia de quando produziam música continuamente, mas também não é uma ruptura completa tipo o que aconteceu com muitas outras bandas da época. Se procurar online ainda acha informações sobre possíveis datas esporádicas, mas agora são mais resquícios de nostalgia do que tours de verdade com material novo.

Os Eiffel 65 tiveram um intervalo substancial, mas não um término definitivo. O que aconteceu é que depois do pico mundial de "Blue" por volta de 2000, a banda começou a se dividir: Maurizio Lobina e Jeffrey Jey continuaram com projetos diferentes, enquanto Massimo Gabutti se afastou progressivamente. A dinâmica foi mais uma dissolução gradual do que um anúncio oficial de separação, o que criou confusão sobre o que estava realmente acontecendo com o grupo.

O importante a saber é que eles nunca foram completamente inativos. Fizeram reuniões esporádicas e shows aqui e ali ao longo dos anos, principalmente para festivais de verão ou eventos nostálgicos dos anos 2000. Nos últimos anos também fizeram alguns shows juntos, então se você quer ouvi-los ao vivo, é bom ficar atento aos anúncios de turnês e datas de verão, onde aparecem com frequência.

Se você acha que desapareceram para sempre porque não ouve falar deles na mídia atual, esse é o grande engano: não estão mais no topo das ondas da música mainstream, então têm menos visibilidade. Mas isso não significa que não façam mais nada. Vale a pena conferir os canais de redes sociais deles se você tem curiosidade de ouvir novamente as músicas originais ou descobrir o que fazem hoje.

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