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Comece fazendo projetos reais para pessoas reais, mesmo que no começo você faça de graça ou por pouco dinheiro - é assim que você consegue amostras de trabalho que realmente importam. Monte alguns trabalhos sólidos que você possa mostrar (seja sites, designs, portfólios de escrita, o que for da sua área) e documente bem com fotos de antes e depois ou estudos de caso. Depois que tiver um punhado de trabalhos decentes, facilite para os possíveis clientes verem o que você fez e entrarem em contato - um site de portfólio simples ou um repositório no GitHub é melhor do que um sofisticado sem nada nele. A questão é conseguir fazer aquele primeiro projeto real, mesmo que demore mais e pague menos, porque os empregadores conseguem notar a diferença entre conhecimento teórico e algo que você realmente construiu.

O que realmente diferencia um portfólio é a profundidade em vez da amplitude. Quem está contratando quer ver que você resolveu problemas reais, não só que fez um monte de coisas. Escolha no máximo 3-5 projetos e, para cada um, documente qual era o desafio, o que você tentou, o que funcionou e o que não funcionou. Mostre seu raciocínio, não só o resultado final. Se está começando do zero, pegue um projeto para alguém que você conhece - um site de pequeno negócio de um amigo, uma reformulação de mídia social de uma organização sem fins lucrativos, o que couber na sua área - e trate como um projeto de cliente real, com prazos e revisões.

O resto que pessoal mencionou sobre contribuir para código aberto ou fazer pequenos trabalhos é válido, mas garanta que tudo que você coloca no seu portfólio conte uma história. Empregadores veem direto através de uma coleção de tarefas aleatórias. Eles querem saber que você consegue lidar com complexidade e iterar quando algo não funciona na primeira vez. Essa é a diferença entre um portfólio que é ignorado e um que te arruma reuniões.

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