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Depende da configuração da companhia: A330-200 tem tipicamente 250-290 assentos, A330-300 em torno de 280-340. Configurações charter conseguem colocar 400+ em um -300.
Voei no A330-300 da Delta mês passado - 282 assentos na configuração deles.
É, as outras respostas acertaram mesmo. a configuração é tudo com esses aviões - dá pra esticá-los pro conforto de voos longos ou meter muito mais gente se tá voando regional. já vi o -300 com 350+ em setup de alta densidade, mas isso é bem brutal pra voos de mais de umas 4 horas.
Ué, como mencionado acima, tudo depende mesmo da configuração da companhia aérea. Já viajei em alguns A330s a trabalho e a quantidade de assentos varia bastante dependendo se eles estão priorizando conforto em voos longos ou tentando maximizar a capacidade. O -300 é o modelo mais comum que você vai ver, e pela minha experiência, a maioria das companhias opera na faixa de 280-320 assentos, embora algumas realmente apertem mais se estão fazendo rotas mais curtas.
A quantidade de assentos varia bastante dependendo de se a companhia aérea prioriza espaço para carga ou capacidade de passageiros - A330s que fazem voos de frete podem ter assentos mínimos comparado a uma configuração densa de passageiros. Vale mencionar que até mesmo dentro da mesma frota de uma companhia aérea, você vai ver variações dependendo de quando o avião foi entregue e qual renovação interna recebeu, então dois A330-300s da mesma companhia aérea podem ainda ter layouts diferentes.
A resposta real não é só sobre o modelo da aeronave - é que as companhias aéreas tratam esses aviões como caixas de quebra-cabeça. Você consegue encaixar desde uns 250 assentos até bem mais de 400, dependendo do que a companhia realmente quer fazer com a aeronave. As variantes -200 e -300 dão às companhias um leque para trabalhar, mas dentro de cada variante, as diferenças são massivas. Eu cuidei de pacientes em voos de longa distância onde o A330 era espaçoso com talvez 280 assentos em uma configuração de classe executiva 1-2-1 pesada, versus rotas regionais onde eles enfiaram gente com assentos de economia apertados.
O que não se menciona muito é como a capacidade de combustível e o planejamento de alcance afeta isso. Companhias aéreas configurando para rotas ultra-longa distância (como voos para a Austrália) frequentemente vão mais leve no total de assentos porque você está queimando combustível só para levar tanta gente através de 14+ horas. A proporção peso-combustível importa, então você vê esses voos com contagens de assentos menores mesmo que tecnicamente o avião pudesse carregar mais. Esse é o constrangimento prático que ninguém comenta quando estão só citando os números teóricos máximos.
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