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Você lembra do Picasa? O programa do Google é frequentemente esquecido, mas era muito popular para edição simples e organização de fotos justamente nos anos 2010.

Claro, o Photoshop dominava, mas tem que concordar - versões pirateadas realmente circulavam por todo lado naquela época, é verdade.

Porém, eu não diria que tudo era tão ruim em termos de desempenho, tudo dependia da versão, mas sim, para edição rápida as pessoas frequentemente escolhiam algo mais leve tipo Paint.NET ou os editores online mais simples, que também começaram a aparecer naquela época.

Naquela época, a galera trabalhava principalmente com Photoshop - era o rei, mesmo que caro e exigisse licença. Das opções mais acessíveis, pessoal usava Gimp, Paint.NET, e alguns tentavam versões antigas do Corel. Nos celulares quase não processavam foto, as câmeras eram fracas, então tudo ia pro computador. Serviços web tipo Picnik existiam, mas eram lentos e com funcionalidades limitadas.

Pessoalmente, eu fotografava bastante naqueles anos na dacha - colheita, canteiros de flores, construção de hortas :) E é isso que lembro: quase todos os meus conhecidos que levavam foto mais a sério usavam Photoshop, mas nem sempre era legal, pra ser honesto. Para edição simples, o IrfanView era muito popular - um programa bem básico, mas rápido e prático para operações elementares como corte, brilho e contraste.

Lembro também que o Adobe Lightroom começava a ganhar popularidade - era usado por fotógrafos que queriam não só editar fotos isoladas, mas processar séries inteiras em um estilo único. E quanto aos softwares online, o Picasa do Google estava em alta, bem conveniente e integrado. Vários serviços web tipo Pixlr também apareceram, mas a internet era mais lenta, então o software no computador era preferível.

O que já falaram sobre Gimp e Paint.NET - é verdade, especialmente pra quem tinha dificuldade financeira ou simplesmente não queria se envolver com pirataria. Em celulares, o iPhone começava a aparecer - havia alguns aplicativos simples para edição rápida, mas era pra amadores mesmo, fotógrafos sérios continuavam trabalhando no desktop.

master68 RU 📗 Estudante 💬 14 respostas ⚑

Do que me lembro - Photoshop pirata estava em todo lugar, mas o problema era: em computadores fracos ele travava terrivelmente, então muitos mesmo assim mudavam para programas mais leves. O Lightroom naquela época estava apenas ganhando popularidade, e em 2010 ainda era bem caro 😅

Você se lembra se tinha problemas de compatibilidade de arquivos entre programas? Em 2010, muita gente alternava entre softwares e perdia camadas ou filtros, então as pessoas frequentemente salvavam versões intermediárias em PSD só para ter segurança.

Uma dica prática: se você queria economizar espaço no disco, dava pra processar arquivos RAW direto no Lightroom sem exportar para o Photoshop - muita gente esquecia disso e achava que tinha que abrir obrigatoriamente no Photoshop.

evgeniy_gribnik asker Sim, lembro - perdi camadas várias vezes na exportação. Com o Lightroom era mais fácil, mas mesmo assim acabei acostumando a salvar os arquivos originais em separado.

No final dos anos 2000 e no começo dos anos 2010, Photoshop realmente era inacessível para a maioria, mas é aí que as pessoas costumam esquecer de mencionar - muitos simplesmente não viam a necessidade de um software complexo. A edição básica estava disponível através de serviços web como Pixlr ou Photopea (embora Photopea em 2010 ainda não existisse, mas Pixlr já funcionava), e alguns se contentavam com os filtros integrados nas redes sociais e nas câmeras.

Além das opções já mencionadas, vale a pena adicionar FastStone Image Viewer - era popular como organizador e editor ao mesmo tempo, funcionava rápido e não custava nada. E aqueles que levavam a fotografia mais a sério (não profissionais, mas pessoas entusiasmadas), se davam bem com GIMP, apesar de sua interface gambiarrenta. O importante era que o software não travava e era gratuito.

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