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Gustavo BR 🔍 Entusiasta 💬 59 respostas ⚑

Não caia na armadilha de achar que Upwork vai resolver tudo sozinho, porque a plataforma tira uma comissão pesada e você fica compitindo com gente de todo o mundo cobrando menos. O ideal é usar as duas: começa na plataforma pra ganhar experiência e construir portfólio, depois vai buscando cliente direto por indicação, rede e contato mesmo, que aí você ganha mais e constrói relação de longo prazo. Cliente direto é mais lucrativo no fim das contas, mas leva tempo pra conseguir, então não dá pra ignorar Upwork enquanto tá criando sua base.

Eu tentei vários meses só com Upwork e sinceramente não compensou - a concorrência é brutal e a comissão da plataforma mingua bastante o que você ganha. O que funcionou mesmo foi construir umas relações diretas com clientes, especialmente através de amigos que me indicaram, e depois manter contacto direto com eles. A armadilha que ninguém fala é que quando você consegue um cliente bom através da plataforma, ele muitas vezes quer continuar só por lá porque já tem histórico ali, e você fica preso naquela taxa para sempre. O melhor é usar Upwork como porta de entrada inicial se realmente precisar, mas investir em sair dali e buscar clientes recorrentes fora, por email ou LinkedIn mesmo.

TI Tiago40 BR 📗 Estudante 💬 11 respostas ⚑

A questão não é exatamente "ou/ou" porque depende muito de qual é seu serviço e se você tá começando do zero. Se você não tem portfólio ou network nenhum, Upwork funciona pra pegar experiência e ganhar alguns reviews - o problema que pessoal não menciona é que você fica preso naquele ecossistema enquanto constrói credibilidade, e mudar de plataforma depois é chato porque seus clientes estão lá. O que faz mais sentido é usar Upwork como trampolim enquanto prospera direto (LinkedIn, indicação, contato frio) em paralelo; quando os clientes diretos começam a rolar, você já pode deixar a plataforma pra trás e ficar com margem muito melhor.

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