Essa descoberta é um puro defeito de fabricação e precisa ser interrompida imediatamente. Não importa se as larvas em si são perigosas para a criança - isso é uma violação de todas as normas sanitárias, e o fabricante precisa saber disso. Guarde a embalagem intacta, fotografe todas as indicações (data de fabricação, número do lote, código de barras), e se a embalagem tiver o número do fabricante ou um telefone de linha direta - ligue para lá em primeiro lugar. Paralelamente, registre uma reclamação na agência de proteção ao consumidor da sua região, anexe as fotos e uma descrição.
O problema está aqui: muitos pais se acalmam após ligar para o fabricante. Ele geralmente pede desculpas, oferece compensação ou troca de produto - e o assunto acaba. Mas se não for um caso isolado, mas um sinal de um problema sistemático na linha de produção, então os órgãos reguladores precisam saber. É justamente a agência de proteção ao consumidor que pode exigir uma inspeção não programada da produção, verificar outros lotes e números do produto.
Não faz sentido verificar todas as embalagens em casa - se você já abriu uma, verá o conteúdo interno de uma vez. O importante é não entrar em pânico com relação à saúde da criança. Mas faça sua escolha: continuará comprando essa marca até se certificar de que o problema foi resolvido. Eu não arriscaria com alimento infantil.