Cerca de 1.500 propriedades de quantos milhares foram compradas sob esses esquemas sendo revendidas para investimento é um problema real, mas o contexto importa aqui. Os números soam alarmantes até você perceber que algumas dessas conversões podem ser legítimas - alguém perde o emprego, precisa se mudar por trabalho, herda uma casa e decide manter a propriedade de comprador de primeira casa como investimento em vez disso. Isso não significa que o esquema está funcionando como pretendido, mas não é tudo venda duvidosa.
O problema real é que a fiscalização é desorganizada e depende da auto-declaração. A maioria dos estados tem períodos de resfriamento (geralmente 5-10 anos dependendo de onde você está), mas a menos que um comprador voluntariamente divulgue que está quebrando as regras, ninguém está realmente observando. Um ângulo prático que a maioria das pessoas ignora: se você está genuinamente preocupado se isso está acontecendo na sua área, solicite os dados do órgão estadual de receita sobre a adoção do esquema de comprador de primeira casa versus as taxas reais de ocupação do proprietário após alguns anos. Alguns conselhos e órgãos estaduais publicam isso, e vai mostrar se as propriedades estão realmente permanecendo ocupadas pelo proprietário ou desaparecendo em portfólios de investimento localmente.
O aperto real nos compradores de primeira casa não é apenas investidores driblando esse esquema - é que investidores com dinheiro e portfólios também estão competindo diretamente no mercado regular. O esquema ajuda algumas pessoas a entrar, mas não é uma solução milagrosa quando a escassez de moradia e a demanda de investidores são os problemas subjacentes. Se algo, pode estar encobrindo uma questão maior em vez de resolvê-la.