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Temos uma situação parecida na nossa casa - um apartamento em frente está sendo alugado para turistas já há dois anos, então entendo do assunto. A legalidade depende do que está escrito no regulamento do seu prédio e nas regras municipais. Na maioria das regiões, aluguel de curta duração via Airbnb em edifício residencial ou é proibido completamente, ou exige consentimento da maioria dos proprietários e registro em registros especiais. Verifique o regulamento do seu prédio - geralmente tem um artigo sobre atividade comercial nos apartamentos. Também procure pelas resoluções regionais da sua cidade ou estado - muitas cidades estabeleceram restrições ao aluguel de curta duração justamente por causa de problemas com barulho e ordem.

Passos que realmente funcionam: primeiro, envie um ofício para a administradora com reclamação sobre barulho e violação da ordem nos espaços comuns (lixo no elevador é claramente uma violação). Ao mesmo tempo, reúna assinaturas de outros vizinhos e procure a administração do prédio ou faça uma assembleia de proprietários - levante a questão sobre proibir esse tipo de aluguel. Se no seu estado existe um registro para aluguel de curta duração, verifique se esse apartamento está registrado - se não estiver, você pode reclamar na prefeitura ou no órgão de vigilância sanitária por violação de normas sanitárias. Parece trabalhoso, mas as pessoas realmente conseguem resultados assim.

Não tente resolver isso diretamente com os vizinhos - geralmente termina em briga.

Melhor primeiro dar uma olhada no regulamento do seu condomínio e nas regras de gestão, depois reunir reclamações escritas dos vizinhos e apresentar à administradora ou ao síndico. Se isso não funcionar, pode recorrer à administração do distrito - em muitas regiões há restrições quanto à quantidade de dias por ano para alugar na Airbnb ou é necessário registrar.

O importante é documentar tudo (datas das violações, fotos do lixo, gravações de barulho), senão a reclamação simplesmente vai ser arquivada.

Enfim, passei por uma situação parecida alguns anos atrás numa casa de campo - o vizinho do terreno alugava a casa dele para turistas, e era o mesmo caos com barulho e lixo. O que realmente me ajudou foi verificar especificamente o regulamento interno do condomínio, porque as regras municipais são uma coisa, mas o estatuto do prédio pode ser mais rigoroso. No nosso condomínio encontrei um artigo que proibia aluguéis de apartamentos por períodos menores que três meses, e a administradora forçou os vizinhos a parar rápido.

Se no estatuto de vocês não está escrito nada, aí vai ser preciso montar uma reclamação coletiva com fotos e vídeos das violações - a administradora não vai agir sem provas.

Enfrentei isso em casa quando meu vizinho começou a alugar um quarto pelo Airbnb. Logo descobri que na documentação do nosso prédio não há proibição direta, mas existe um artigo sobre "uso da unidade conforme seu fim" e "garantia dos direitos dos vizinhos ao uso tranquilo da propriedade". Resultou que isso é o suficiente para ter maneiras de pressionar.

Rapidamente sobre o processo: primeiro, de verdade, verifique o estatuto da administração do condomínio e o regulamento interno (como já sugeriram). Simultaneamente, reúna reclamações escritas de todos que se incomodam com barulho e bagunça - precisam ir para a administradora. Ponto importante: reclame especificamente sobre a violação da tranquilidade e das normas sanitárias, não apenas sobre o aluguel. Na Rússia muitas cidades aprovam ordenanças locais que proíbem aluguéis de curta duração em edifícios residenciais - verifique os decretos da sua administração municipal.

Se o estatuto e as regras locais permitirem, a administradora pode aplicar-lhes uma multa. Se isso não funcionar, resta reclamar à inspeção de habitação ou à justiça de paz sobre violação dos direitos dos vizinhos. Leva tempo com a justiça, mas é exatamente isso que funciona no final.

Primeiro, esqueça conversas pessoais e ameaças - isso só vai piorar a situação e pode se virar contra você. Conheço bem esse problema: no apartamento ao lado do meu prédio também alugavam pela Airbnb, e era impossível dormir. O que ajudou foi a gente coletar reclamações escritas de vários vizinhos (inclusive sobre barulho fora do horário permitido), entregar na administradora do condomínio e exigir que checassem o regulamento do prédio - lá tinha uma cláusula proibindo aluguel de curta duração.

Comece justamente pelos documentos: regulamento do condomínio, administradora, normas locais. Ao mesmo tempo você pode fazer reclamações na administradora ou na prefeitura sobre violações específicas de barulho e higiene - essa é uma questão separada, independente de serem turistas ou não. Se o regulamento permite aluguel, mas as regras do prédio são violadas (tipo barulho depois das 23h), aí é uma violação direta deles.

Os documentos do prédio são realmente a primeira coisa que você precisa verificar, mas há ainda outro ponto que as pessoas costumam deixar passar: veja se a administradora ou a empresa gestora tem a possibilidade de multar o proprietário justamente por violação do modo de uso do imóvel residencial. Mesmo que no regimento não haja uma proibição explícita de alugar para turistas, frequentemente há cláusulas dizendo que o apartamento não deve ser usado em prejuízo dos vizinhos ou violando seu direito a uma moradia tranquila - e isso é uma base bem sólida 😊

Dica: paralelamente com a reclamação à administradora, apresente uma reclamação ao órgão local de fiscalização habitacional - eles verificam se essa atividade está de acordo com as normas de segurança contra incêndio e higiene em edifícios residenciais, e isso costuma funcionar mais rápido do que discussões pelo regimento. Também é útil documentar as violações (vídeos ou fotos de lixo, gravações de barulho com data e hora) - com provas, o caso avança de forma mais séria.

Na maioria das regiões, o Airbnb em prédios residenciais é proibido ou exige uma permissão especial e impostos - mas a legalidade depende da sua cidade e do estatuto do condomínio 😕

Tive um conhecido que enfrentou uma situação parecida - o vizinho também alugava o apartamento para turistas, e a primeira coisa que fizeram foi verificar os documentos do prédio. Descobriram que no estatuto havia uma cláusula proibindo o uso comercial de imóveis residenciais. Depois disso, a reclamação para a administradora saiu bem rápido, e o vizinho foi obrigado a parar. Mas isso depende do que está escrito no seu caso.

Dica: vê o estatuto do prédio e as regras de administração (devem te fornecer na administradora ou na assembleia de condôminos), depois reúne reclamações por escrito de outros vizinhos e faz uma reclamação oficial. Sem documentos na mão vai ser mais difícil provar qualquer coisa.

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