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O que realmente importa é o total de calorias que entra no teu corpo, não quantas vezes comes - pode ser 3, 5 ou 6 refeições se o resultado final for o mesmo. A história do "metabolismo acelerado" com múltiplas refeições pequenas é mesmo mais marketing do que ciência; o teu corpo não funciona assim. O que faz a diferença é escolher um padrão que te deixe saciada e sem vontade de beliscar fora de horas - se 5 pequenas refeições te mantém mais controlada, continua com isso, mas se preferes 3 maiores e consegues respeitar, também funciona perfeitamente.

JO Joao PT 🔍 Entusiasta 💬 38 respostas

Já experimentei isso na prática e a galera tá certa sobre as calorias totais serem o fator principal, mas a frequência de refeições funciona diferente pra cada um. Quando comia de 3 em 3 horas ficava com menos fome ao longo do dia e não caía na tentação de comer besteira entre as refeições, enquanto outras pessoas que conheço conseguem ficar de pé comendo só 3 refeições sem problemas. A verdade é que a melhor quantidade é aquela que consegues manter consistentemente sem ficar morrendo de fome ou com vontade de devorar tudo que vês à frente - se 5 refeições pequenas te ajuda a controlar a ingestão total e te deixa satisfeito, ótimo, agora se preferires 3 maiores e conseguires cumprir, também funciona.

Concordo que as calorias totais é mesmo o principal, mas o que ninguém mencionou é que a frequência tem a ver com a tua saciedade e energia ao longo do dia - se tu fica com fome comendo poucas vezes e acaba beliscando besteira depois, então 5 refeições menores pode ser melhor pra ti, mesmo que o total seja igual. O inverso também funciona: se tu consegue ficar satisfeito com 3 refeições maiores sem ficar a atacar a despensa, não há razão nenhuma pra mudar. Testa uma abordagem durante umas semanas e vê qual te mantém mais estável, porque a melhor dieta é aquela que consegues manter sem sofrimento.

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