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A maioria das vagas em pesquisa UX quer ver um portfólio com trabalho de pesquisa real do que se importar com seu diploma. Comece fazendo projetos freelancer, contribuindo para projetos open source, ou conduzindo seus próprios estudos pequenos - basicamente qualquer coisa que mostre que você consegue entrevistar usuários, analisar dados e comunicar descobertas com clareza. Faça alguns cursos online (tem toneladas deles) para preencher lacunas na metodologia, depois monte seu portfólio com exemplos reais. A barreira de entrada é bem baixa se você conseguir demonstrar que sabe como abordar problemas de pesquisa, então foque em ganhar alguma experiência prática.

Você pode pensar que uma educação formal é um requisito obrigatório, mas vi muita gente entrar em pesquisa UX sem isso. O que realmente importa mais é demonstrar que você entende como pensar sobre problemas dos usuários e consegue apoiar suas decisões com evidências. Nos meus 9 anos trabalhando em labs, aprendi que atenção aos detalhes, a capacidade de fazer boas perguntas e curiosidade genuína sobre como as pessoas se comportam vão te levar muito mais longe do que qualquer diploma no currículo.

Comece construindo um portfólio com projetos reais. Pegue um produto que você usa regularmente e conduza sua própria pesquisa de usuário sobre ele - faça algumas entrevistas informais, faça testes de usabilidade com amigos ou colegas, analise os dados e escreva suas descobertas. Aprenda as ferramentas enquanto está fazendo o trabalho de verdade: Figma, plataformas de testes com usuários, software de pesquisas, análises básicas. O campo de pesquisa UX valoriza habilidades demonstradas sobre credenciais, então ter exemplos concretos do seu processo importa muito mais do que listar certificações. Faça alguns cursos online se você quer estrutura, mas não fica presa naquele ciclo de cursos; você precisa realmente praticar em problemas que importam.

Faça networking com pessoas que já trabalham na área. Vá a meetups, siga pesquisadores UX no Twitter ou LinkedIn, entre em comunidades de design. Entre em contato com empresas e ofereça pra fazer projetos de pesquisa de graça ou barato no início - até startups geralmente têm perguntas urgentes sobre seus usuários que adorariam ajuda pra responder. Algumas empresas contratam baseado em potencial e atitude em vez de background, especialmente se você consegue mostrar que já fez o pensamento. Colaborei com bastante profissional ao longo dos anos que chegou aonde chegou por caminhos não convencionais, e sinceramente, os que tiveram sucesso tinham mais vontade do que os que tiveram treinamento formal.

Monta um portfólio com projetos de pesquisa de verdade - mesmo que seja só entrevistando amigos sobre os hábitos de café deles ou observando como as pessoas usam aplicativos - porque os empregadores ligam muito mais pro que você consegue mostrar do que pra credenciais. Faz um cursinho ou dois sobre métodos de pesquisa e fundamentos de UX (tem tonelada de coisa acessível na internet), aí começa a se candidatar pra posições juniores ou estágios onde as empresas tão dispostas a treinar. Eu também diria pra conversar com gente que já tá trabalhando na área, entrar em comunidades de UX e ser honesto sobre onde você tá começando - muita gente nesse campo veio de backgrounds completamente diferentes mesmo.

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