Antes de tirar conclusões, peça à oficina para inspecionar os rotores com um micrômetro ou relógio comparador - não confie apenas na sensação de pulsação. Muita coisa que parece ser empenamento é na verdade depósitos desiguais de pastilha ou padrões de ferrugem na superfície do rotor, que podem parecer tão ruins quanto uma distorção real, mas saem com algumas frenagens fortes.
Seis meses é genuinamente rápido se os rotores estão realmente empenados, mas acontece. Os culpados costumam ser superaquecimento por frenagem sustentada e agressiva (tipo descidas montanhosas repetidas ou reboque), umidade acumulando nos rotores entre os trajetos, ou ocasionalmente pegar um rotor que foi fundido com tensão interna. Dirigir agressivamente sozinho não vai empenar os rotores a menos que você esteja fazendo trabalhos sérios de frenagem - é mais sobre ciclos de calor sustentados. Se você dirige principalmente normal na cidade, isso aponta mais para um defeito do rotor, problemas de umidade se o carro fica parado bastante, ou as pastilhas não foram devidamente condicionadas quando foram instaladas.
Quando voltar à oficina, peça para medirem a espessura e o desalinhamento radial do rotor em vez de apenas assumir. Se estão realmente empenados, conteste a alegação de qualidade - os rotores devem durar muito mais do que meio ano em condições normais. E se eles substituírem novamente, garanta que as novas pastilhas recebam um procedimento de condicionamento adequado, principalmente se a primeira instalação foi feita na pressa.