9 respostas

★ Melhor resposta

Na sua profissão principal tudo é realmente simples - o empregador calcula e transfere tudo por conta própria. Mas com freela você precisa entender melhor, porque a forma de regularizar isso afeta os impostos.

A opção mais popular agora é se registrar como autônomo através do aplicativo da Receita Federal. Isso minimiza a burocracia: não precisa abrir uma empresa, não precisa de relatórios complicados. Você paga 4% de imposto sobre os ganhos, se os clientes são pessoas físicas, ou 6%, se são pessoas jurídicas. O pedido de registro é feito online em cinco minutos. Não é obrigatório avisar o empregador principal pela lei, mas confira o contrato - algumas empresas têm cláusulas proibindo acúmulo de cargos. Se não houver nada assim, você pode trabalhar tranquilamente nos dois lugares ao mesmo tempo.

A segunda opção é abrir uma empresa, mas isso só faz sentido se o ganho for grande. Aí os impostos são maiores, precisa fazer relatórios, contribuições ao fundo de pensão. Se o freela é apenas uma renda complementar, a situação de autônomo é muito mais prática. Como autônomo, lembre-se também que o ganho anual não pode ultrapassar 2,4 milhões de reais, senão você vai ter que mudar de regime.

E o freelance, você planeja se registrar como autônomo ou através de alguma empresa? :)

Se você trabalha no emprego principal com contrato de trabalho, tudo é simples - o empregador paga os impostos e contribuições. Com o segundo emprego depende do formato. Se for também um contrato de trabalho oficial com outro empregador, você apenas notifica as duas empresas de que tem outro emprego, e cada uma paga os impostos sobre sua parte do salário. Já com freelance pode ser diferente.

Se o freelance é trabalhos pontuais sem contrato formal, tem algumas opções. A mais fácil e popular agora é se registrar como autônomo. Você se registra no app da Receita Federal, emite recibos aos clientes, paga 4% de imposto sobre o valor (ou 6% se for de pessoas físicas). É legal, transparente, e ninguém te incomoda. Dá pra trabalhar em dois empregos ao mesmo tempo - sem conflitos. Outra opção é abrir uma empresa individual, mas aí tem mais burocracia e contribuições, não vale a pena pra uma renda extra. O importante é não esconder a renda, senão depois você terá problemas com a Receita Federal 😉

MihailIvanov asker Estou planejando mesmo como autônomo através do app da Receita Federal, obrigado pela dica. E não preciso notificar a Receita Federal separadamente?

O principal é separar as duas fontes de renda: o trabalho principal e o freelance. No contrato de trabalho, seu empregador vai reter tudo e enviar para a receita federal, sua tarefa aqui é apenas não esconder a segunda fonte de renda. Mas o freelance precisa ser regularizado separadamente, senão numa fiscalização pode dar problema.

Para o freelance existem várias opções. A mais simples e popular é se registrar como contribuinte individual através do aplicativo Meu Imposto. Lá tem o mínimo de burocracia: você paga 4% da renda, se a renda vem de pessoas físicas, ou 6%, se vem de empresas. Sem contribuições, sem declaração de composição - tudo pelo aplicativo. A alternativa é abrir um MEI com regime simplificado de tributação, mas aí já precisa de contribuições, declaração de imposto de renda e mais trabalho. O MEI faz sentido se a renda é grande e estável.

Algo que muita gente deixa passar: se você é contribuinte individual mas ao mesmo tempo trabalha por contrato de trabalho, isso não interfere no fato de você poder ser contribuinte individual. Mas tem uma pegadinha - alguns contratos têm uma cláusula de não-concorrência ou proibição de trabalhos paralelos. Antes de regularizar qualquer coisa, dê uma olhada no seu contrato de trabalho ou pergunta para o departamento pessoal. Algumas empresas grandes realmente proíbem, e você precisa conseguir autorização.

Na verdade, a questão não é se você pode trabalhar em dois empregos - pode, é legal. A questão é como exatamente você vai formalizar o freelance, porque isso determina toda a situação fiscal. Conheço pessoas que simplesmente se registraram como autônomas pelo app da receita - pagam 4% da renda, nenhuma outra contribuição, os cálculos são automáticos. O principal é não ocultar a segunda fonte de renda e declará-la honestamente na sua declaração.

Se o freelance for feito através de alguma empresa (tipo um contrato de prestação de serviço), aí pode haver outro esquema com retenção de impostos. Veja o contrato - lá estarão as condições. De qualquer forma, no seu emprego principal o empregador não vai mudar nada, isso é independente de você trabalhar em outro lugar ou não.

Se você trabalha como freelancer sendo registrado como autônomo através do aplicativo da receita, não é necessário fazer notificações especiais - o sistema se sincroniza automaticamente com a Receita Federal, e sua renda é contabilizada automaticamente. O importante é simplesmente não esquecer de pagar no prazo o imposto sobre renda profissional (4 ou 6% dependendo do seu status), para depois não ter problemas durante uma fiscalização.

Trabalhar em dois empregos oficialmente é completamente normal e legal, o principal é registrar corretamente o rendimento da atividade freelancer. No emprego principal no escritório tudo é simples: o empregador retém os impostos e contribuições, e você simplesmente não esconde nada. O problema surge com a segunda parte da renda, e aqui existem algumas opções.

Se o freelance é composto por projetos pontuais sem registro junto a um único empregador, então você precisa se registrar como autônomo (se sua região permitir) ou abrir uma empresa individual. Autônomo é o mais simples: você baixa o aplicativo, se registra na receita federal, paga 4% da renda e a declara no aplicativo. Com empresa individual é mais complicado: é preciso de um alvará de funcionamento ou sistema de tributação geral, além de contribuições mesmo com renda zero. Qual opção escolher depende do volume e frequência dos projetos.

Um detalhe importante: se você trabalha com contrato de trabalho junto a um empregador, no contrato pode haver uma cláusula proibindo trabalho simultâneo ou exigindo notificação. Verifique seu contrato - às vezes está escrito que você precisa de consentimento por escrito. A receita federal não se mete nisso, mas pode haver conflito com seu empregador principal. Agora, esconder a renda do freelance eu não aconselho - isso mais cedo ou mais tarde vem à tona, a receita federal vai revisar e fica ainda pior.

você não precisa avisar ninguém sobre trabalhar em dois lugares - isso não é proibido e não precisa de aprovação do primeiro empregador (se não houver uma proibição explícita no contrato, é claro). no trabalho principal tudo será automaticamente retido, então não há do que se preocupar lá. com freelance é mais importante - ou você se registra como autônomo e paga 4% (ou 6% se o cliente for pessoa física), ou registra uma empresa individual e aí o sistema de impostos fica mais complexo. muitos freelancers escolhem autonomia justamente porque é a forma mais simples - através do aplicativo da receita, mínima burocracia.

Tudo depende de você se registrar como autônomo ou como PJ. Se for autônomo - a receita federal fica sabendo do seu freela automaticamente através do app (quando você enviar os recibos), não precisa avisar ninguém, você paga só o imposto sobre serviços, geralmente 4% da renda. Se for através de PJ - você precisa se registrar na receita federal, aí já fica um esquema mais complicado com impostos e contribuições, mas também as deduções são maiores para o negócio.

Trabalhar em dois empregos é completamente legal, mas o principal é não se confundir na formalização da renda extra. Esqueça a ideia de simplesmente ganhar uma grana extra sem avisar ninguém: a Receita Federal vai rastrear as transferências na sua conta ou através dos sistemas de pagamento, e depois fica muito mais complicado. Esconder renda não é economia, é problema.

Com seu emprego principal por contrato de trabalho você não precisa se preocupar: o empregador desconta o IRPF de 13% e contribui ao Fundo de Pensão. Com trabalho autônomo existem algumas opções. A mais simples é se registrar como contribuinte individual autônomo através do app "Meu Imposto de Renda" (imposto só de 4% da renda, sem contribuições, sem burocracia). Outra opção é abrir uma PJ com regime de tributação simplificado (muitas vezes mais vantajoso com renda maior, mas com mais documentação). A terceira é simplesmente declarar a renda e pagar IRPF de 13% + contribuições de aproximadamente 30%, mas essa é a mais cara.

Qual escolher depende de quanto você planeja ganhar com trabalho autônomo. Se for alguns milhares por mês, a contribuição como autônomo é o ideal. Se forem valores maiores, vale a pena calcular uma PJ. De qualquer forma, você precisa informar a Receita Federal no momento do registro da forma escolhida - não é preciso avisar o empregador atual em separado.

Sua resposta

Entrarpara responder.